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sábado, 22 de janeiro de 2011

Seguindo Mestres

Da Necessidade da Poesia segundo Maciel à necessidade do contágio na Arte
(plágio é quando o dinheiro se mete?)

Imitando quem sabe


Maciel e sua lucidez X coisificação precificada moderna


PS: Mais pra baixo você encontra uma coleção de poetas que vale à pena imitar
Divirtam-se!

30 comentários:

  1. lindos poemas e texto.
    Um abraço

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  2. E como é necessária, meu camarada! Beleza de texto e leitura idem!
    Abraços!

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  3. Quando o poeta se torna mestre, ele não percebe, ou, se percebe, é somente quando já está no espaço ( inclusive o em branco), senhor do vento e das suas asas trans(lúcidas).
    Assim, tu - Eduardo. Abraços!

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  4. Comungo do mesmo pensamento: a arte, como a vida, é para ser compartilhada, não é monopólio de ninguém. Somos todos interdependentes, e as influências são naturais e formadoras do estilo de cada um. Ainda há muita repressão, velada ou explícita, como forma de reforçar a fala de poucos em detrimento da livre expressão. Sem esta última, solo fértil da criação, a arte é limitada.

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  5. Um verso sutenta o outro, um poema cabe em outro poema...a arte poética é vital, por isso conVersar é preciso.

    Um beijo e já sequestrei esta postagem lá para o Vidráguas, gracias pela companhia e seguimos!!!

    Carmen.

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  6. Gostei MUITO do blog... volto mais vezes!

    Abraços...

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  7. Eduardo,
    Muito bom este post!

    Tomei a liberdade de publicá-lo no meu blog sobre as "coisas" do Paraná (já que você se refere a Leminski...)
    Blog Simultaneidades:
    http://simultaneidades.blogspot.com

    beijocas
    Andréa Motta

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  8. Querido Eduardo,

    Esse seu blog é maravilhoso. Muitos vídeos legais encontrei eu cá. Nos dê uma visitinha

    http://emaranhadorufiniano.blogspot.com
    http://gambiarraprofana.blogspot.com
    http://po-de-poesia.blogspot.com

    Grande abraço!!!

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  9. Parafraseando Roland Bartes "ler é espantar-se".
    Vou ficando por aqui e degustando a apreciável arte de reLER fotografias, reVER textos levando a mente à simplesmente reVIVER num processo continuo de reCRIAÇAO.

    Beijos meu querido, que lindo que voce é!

    Rose

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  10. Oxalá todas as pessoas tivessem a sensibilidade necessária para entender a importância da poesia em nossas vidas.

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  11. Tornaghi, obrigado pela gentil visita ao meu blog. Poesia é essencial, pena que tantos "trogloditas", ainda, não compreenderam...
    Para mantermos sintonia, estou te add a meus favoritos.

    Abs.

    Ricardo Mainieri

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  12. Elliane RibeiroFeb 7, 2011 04:30 AM

    Poesia é vida, é amor...
    São essas coisas que se sentem sem falar...
    Adorei.
    Abs.

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  13. A poesia é necessária em nossas vidas, nos torna mais sensíveis e olhamos a vida de forma diferente.
    Nada brusco, tudo lúdico.
    Gostei muito do seu blogger, é rico em informações e me deu mais vontade de escrever.
    saúde e paz
    sucesso sempre
    bjinhos
    Nanci Laurino

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  14. Ótimo!
    A proposta do blog é imensa. Parabéns!

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  15. Eduardo, o blog está uma maravilha. Há tanto o que ver, ouvir e sentir! Voltarei mais vezes.

    Márcia

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  16. por aqui nem só beleza
    nesses dias de paupéria
    nação de tanta beleza
    país de tanta miséria

    http://goytacity.blogspot.com/2011/03/o-racha-no-ministerio-da-cultura.html

    ventilador – jiddu saldanha – cinema possível
    http://www.youtube.com/watch?v=SVpwfLpwp00

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  17. Parem eu sou poeta!
    Grande frase poéticamente dita!
    PARABÉNS
    Efigenia Coutinho
    (aprendiz de poeta)

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  18. Que bom te ouvir dizendo essas lindas verdades...Escolho a poesia! Sempre!

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  19. Oi Eduardo,

    Que magnífico,será meu "Catatau''

    Parabéns.Abração

    Levy Hu

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  20. Muito loco! poesia é intertextualidade.

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  21. Eduardo, hoje conheci o seu Blog e parabenizo vc pela sua sensibilidade.
    Vc tem no peito uma alma plenamente poética, por isso sabe falar tão bem da poesia, pq não basta gostar dela é preciso saber senti-la.
    Não desista deste movimento, o mundo realmente necessita da poesia, de mais poesia, pq afinal o universo é isto: "Uma poesia perfeita", que muitos não conseguiram ainda perceber!!!
    Abraço com carinho,
    Célia Jardim

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  22. |Adorei o blog, maravilha te encontrar por aqui. Te conheci na minha adolescência, na minha formatura em Araçatuba e nunca mais te esqueci :)
    Abraço. Inté.
    Izabella

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  23. hans misfeldt hans.misfeldt@gmail.comMar 16, 2011 08:52 AM

    Eduardo, gostaria de contatá-lo para convidá-lo a participar de um documentário, é preférível por email para que eu possa destinar detalhes a você. Aguardo contato.

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  24. CARA

    não poderia dizer melhor
    o que você já disse, mas
    nota e anota aqui comigo
    o fato de defato ninguém
    saber mesmo o que refiro

    então eu tenho de ferir e
    ir fundo na linguagem para
    mostrar esta viagem na
    gramática para começar

    depois é só mostrar tudo
    de toda a profunda origem
    onde a originalidade reside

    eu copiaria Camões dando
    a ele os dois olhos abertos

    acredita: irreconhecível!...

    Nota: põe um português
    igual a eu escrevendo cara

    a língua a viajar no mundo
    o coração a ser um palpitar
    igual a quem dá um palpite

    vê como beleza se desenha
    corpo de Cristo na mortalha
    encontrada em Turim salvo
    um erro tornado possível

    o argumento é pois então
    a matéria dos milagres vê
    tão necessária hoje como
    desde sempre até ao fim
    onde o contista diz: FIM

    Nota: a beleza é eficaz
    nunca sendo ineficaz por
    uma definição capaz de
    mostrar como ela é real

    traduz a existência nua
    onde os limites têm metas
    onde metas a sua definição

    toca o finito e este tem
    nela um lugar para a toca

    guarda do poema o verso

    Nota: tudo se vai reduzindo
    ao produzir nossa síntese

    feita de eficácia e diferença
    nossa indiferença difere
    até deixar de poder existir

    neste momento o sentir
    lateja como uma veia

    o sangue chega à superfície

    Nota: o poema a ver(só)-se

    sublinho este traço, traço-o
    atravesso sobre ele o traço
    no equilibrismo dum número
    onde enquadro esta quadra

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  25. Eduardo,
    Plagiando o título de seu blog, publiquei "PAPOPOÉTICO".
    http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/03/papopoetico.html
    Abraços.

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  26. Oi EduardoTornaghi,
    Eu acrescentaria alguma coisa, mas mesmo, só para escrever alguma coisa em resposta à pergunta: «Você acrescentaria alguma coisa?»
    Escrevemos sempre, mesmo sabendo ou acreditando que “tudo já foi dito”. Porquê? Porque as ideias feitas não nos fazem a nós, poetas.
    Poeta é uma espécie de padre (pai, irmão…) pregando no deserto às areias, pegando numa, num grão de areia… e fazendo um discurso, tentando que ela areia chore com ele, ou ria, tudo dependendo da disposição dela.
    Todas as coisas têm vida própria, são importantes para a compreensão d’o que quer que seja.
    Nota:
    Vou alimentar meu blog, amanhã… também com este comentário à sua apresentação deste blog, bom para visitar e revisitar. Renovado abraço.

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  27. Eduardo, muito obrigado pelos comentários instigantes sobre a intertextualidade entre poetas. Concordo plenamente contigo: não existe imitação - talvez o recortar e copiar descarado, e olhe lá!

    Então, como estou ilhado aqui em Porto Alegre, depois, com pouquíssimos amigos poetas, gostaria de pedir um espaço para a divulgação do meu primeiro livro de poesia, neste blog:

    http://agaperosfilia.blogspot.com/2010/11/agaperosfilia.html

    Tomara que tu leias este comentário e me dê essa força!

    Abração!
    André de Castro

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  28. Não sei nem como descrever a emoção que me invade agora... Nossa! Esse último vídeo.. perfeito! Alias, A apresentação foi perfeita! Ótima escolha do tema para o vídeo. E o poema do final? Me deixou arrepiada.
    [suspira]
    Adorei o blog, seguindo.

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  29. Vc continua o mesmo: inteligente, criativo, simples, humilde, o rapaz mais bonito da escola, principalmente, porque nunca se achou o mais bonito ou ligou pra isso. que caráter! que fixação em ser justo, leal e humano. vi tudo isso de novo neste texto rico e generoso texto sobre criar mesmo que nos baseemos em outros criadores; sementes que darão outros frutos, pois o que importa é plantar novas sementes.

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