Da Necessidade da Poesia segundo Maciel à necessidade do contágio na Arte
(plágio é quando o dinheiro se mete?)
Imitando quem sabe
Maciel e sua lucidez X coisificação precificada moderna
PS: Mais pra baixo você encontra uma coleção de poetas que vale à pena imitar
Divirtam-se!
sábado, 22 de janeiro de 2011
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lindos poemas e texto.
ResponderExcluirUm abraço
E como é necessária, meu camarada! Beleza de texto e leitura idem!
ResponderExcluirAbraços!
Quando o poeta se torna mestre, ele não percebe, ou, se percebe, é somente quando já está no espaço ( inclusive o em branco), senhor do vento e das suas asas trans(lúcidas).
ResponderExcluirAssim, tu - Eduardo. Abraços!
Comungo do mesmo pensamento: a arte, como a vida, é para ser compartilhada, não é monopólio de ninguém. Somos todos interdependentes, e as influências são naturais e formadoras do estilo de cada um. Ainda há muita repressão, velada ou explícita, como forma de reforçar a fala de poucos em detrimento da livre expressão. Sem esta última, solo fértil da criação, a arte é limitada.
ResponderExcluirUm verso sutenta o outro, um poema cabe em outro poema...a arte poética é vital, por isso conVersar é preciso.
ResponderExcluirUm beijo e já sequestrei esta postagem lá para o Vidráguas, gracias pela companhia e seguimos!!!
Carmen.
Gostei MUITO do blog... volto mais vezes!
ResponderExcluirAbraços...
Eduardo,
ResponderExcluirMuito bom este post!
Tomei a liberdade de publicá-lo no meu blog sobre as "coisas" do Paraná (já que você se refere a Leminski...)
Blog Simultaneidades:
http://simultaneidades.blogspot.com
beijocas
Andréa Motta
Querido Eduardo,
ResponderExcluirEsse seu blog é maravilhoso. Muitos vídeos legais encontrei eu cá. Nos dê uma visitinha
http://emaranhadorufiniano.blogspot.com
http://gambiarraprofana.blogspot.com
http://po-de-poesia.blogspot.com
Grande abraço!!!
Parafraseando Roland Bartes "ler é espantar-se".
ResponderExcluirVou ficando por aqui e degustando a apreciável arte de reLER fotografias, reVER textos levando a mente à simplesmente reVIVER num processo continuo de reCRIAÇAO.
Beijos meu querido, que lindo que voce é!
Rose
Oxalá todas as pessoas tivessem a sensibilidade necessária para entender a importância da poesia em nossas vidas.
ResponderExcluirTornaghi, obrigado pela gentil visita ao meu blog. Poesia é essencial, pena que tantos "trogloditas", ainda, não compreenderam...
ResponderExcluirPara mantermos sintonia, estou te add a meus favoritos.
Abs.
Ricardo Mainieri
Poesia é vida, é amor...
ResponderExcluirSão essas coisas que se sentem sem falar...
Adorei.
Abs.
A poesia é necessária em nossas vidas, nos torna mais sensíveis e olhamos a vida de forma diferente.
ResponderExcluirNada brusco, tudo lúdico.
Gostei muito do seu blogger, é rico em informações e me deu mais vontade de escrever.
saúde e paz
sucesso sempre
bjinhos
Nanci Laurino
Ótimo!
ResponderExcluirA proposta do blog é imensa. Parabéns!
Eduardo, o blog está uma maravilha. Há tanto o que ver, ouvir e sentir! Voltarei mais vezes.
ResponderExcluirMárcia
por aqui nem só beleza
ResponderExcluirnesses dias de paupéria
nação de tanta beleza
país de tanta miséria
http://goytacity.blogspot.com/2011/03/o-racha-no-ministerio-da-cultura.html
ventilador – jiddu saldanha – cinema possível
http://www.youtube.com/watch?v=SVpwfLpwp00
Parem eu sou poeta!
ResponderExcluirGrande frase poéticamente dita!
PARABÉNS
Efigenia Coutinho
(aprendiz de poeta)
Que bom te ouvir dizendo essas lindas verdades...Escolho a poesia! Sempre!
ResponderExcluirOi Eduardo,
ResponderExcluirQue magnífico,será meu "Catatau''
Parabéns.Abração
Levy Hu
Muito loco! poesia é intertextualidade.
ResponderExcluirEduardo, hoje conheci o seu Blog e parabenizo vc pela sua sensibilidade.
ResponderExcluirVc tem no peito uma alma plenamente poética, por isso sabe falar tão bem da poesia, pq não basta gostar dela é preciso saber senti-la.
Não desista deste movimento, o mundo realmente necessita da poesia, de mais poesia, pq afinal o universo é isto: "Uma poesia perfeita", que muitos não conseguiram ainda perceber!!!
Abraço com carinho,
Célia Jardim
|Adorei o blog, maravilha te encontrar por aqui. Te conheci na minha adolescência, na minha formatura em Araçatuba e nunca mais te esqueci :)
ResponderExcluirAbraço. Inté.
Izabella
Eduardo, gostaria de contatá-lo para convidá-lo a participar de um documentário, é preférível por email para que eu possa destinar detalhes a você. Aguardo contato.
ResponderExcluirCARA
ResponderExcluirnão poderia dizer melhor
o que você já disse, mas
nota e anota aqui comigo
o fato de defato ninguém
saber mesmo o que refiro
então eu tenho de ferir e
ir fundo na linguagem para
mostrar esta viagem na
gramática para começar
depois é só mostrar tudo
de toda a profunda origem
onde a originalidade reside
eu copiaria Camões dando
a ele os dois olhos abertos
acredita: irreconhecível!...
Nota: põe um português
igual a eu escrevendo cara
a língua a viajar no mundo
o coração a ser um palpitar
igual a quem dá um palpite
vê como beleza se desenha
corpo de Cristo na mortalha
encontrada em Turim salvo
um erro tornado possível
o argumento é pois então
a matéria dos milagres vê
tão necessária hoje como
desde sempre até ao fim
onde o contista diz: FIM
Nota: a beleza é eficaz
nunca sendo ineficaz por
uma definição capaz de
mostrar como ela é real
traduz a existência nua
onde os limites têm metas
onde metas a sua definição
toca o finito e este tem
nela um lugar para a toca
guarda do poema o verso
Nota: tudo se vai reduzindo
ao produzir nossa síntese
feita de eficácia e diferença
nossa indiferença difere
até deixar de poder existir
neste momento o sentir
lateja como uma veia
o sangue chega à superfície
Nota: o poema a ver(só)-se
sublinho este traço, traço-o
atravesso sobre ele o traço
no equilibrismo dum número
onde enquadro esta quadra
Muito Bom.
ResponderExcluirEduardo,
ResponderExcluirPlagiando o título de seu blog, publiquei "PAPOPOÉTICO".
http://diariodedetrasii.blogspot.com/2011/03/papopoetico.html
Abraços.
Oi EduardoTornaghi,
ResponderExcluirEu acrescentaria alguma coisa, mas mesmo, só para escrever alguma coisa em resposta à pergunta: «Você acrescentaria alguma coisa?»
Escrevemos sempre, mesmo sabendo ou acreditando que “tudo já foi dito”. Porquê? Porque as ideias feitas não nos fazem a nós, poetas.
Poeta é uma espécie de padre (pai, irmão…) pregando no deserto às areias, pegando numa, num grão de areia… e fazendo um discurso, tentando que ela areia chore com ele, ou ria, tudo dependendo da disposição dela.
Todas as coisas têm vida própria, são importantes para a compreensão d’o que quer que seja.
Nota:
Vou alimentar meu blog, amanhã… também com este comentário à sua apresentação deste blog, bom para visitar e revisitar. Renovado abraço.
Eduardo, muito obrigado pelos comentários instigantes sobre a intertextualidade entre poetas. Concordo plenamente contigo: não existe imitação - talvez o recortar e copiar descarado, e olhe lá!
ResponderExcluirEntão, como estou ilhado aqui em Porto Alegre, depois, com pouquíssimos amigos poetas, gostaria de pedir um espaço para a divulgação do meu primeiro livro de poesia, neste blog:
http://agaperosfilia.blogspot.com/2010/11/agaperosfilia.html
Tomara que tu leias este comentário e me dê essa força!
Abração!
André de Castro
Não sei nem como descrever a emoção que me invade agora... Nossa! Esse último vídeo.. perfeito! Alias, A apresentação foi perfeita! Ótima escolha do tema para o vídeo. E o poema do final? Me deixou arrepiada.
ResponderExcluir[suspira]
Adorei o blog, seguindo.
Vc continua o mesmo: inteligente, criativo, simples, humilde, o rapaz mais bonito da escola, principalmente, porque nunca se achou o mais bonito ou ligou pra isso. que caráter! que fixação em ser justo, leal e humano. vi tudo isso de novo neste texto rico e generoso texto sobre criar mesmo que nos baseemos em outros criadores; sementes que darão outros frutos, pois o que importa é plantar novas sementes.
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